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Última milha: um divisor entre o sucesso e o fracasso da operação logística

Ecommerce Brasil



Os meses de novembro e dezembro (que abrangem a Black Friday e o Natal, períodos relevantes de compras de presentes pela internet) expõem, mais uma vez, o desafio da logística da última milha. Ou seja, a última etapa do processo de entrega dos produtos ao consumidor final. O sucesso das vendas realizadas neste período e a satisfação dos consumidores estão associados também à capacidade de entrega eficiente das mercadorias.


Conhecida como last mile, ou última milha, esta etapa compreende o momento que o produto sai do centro de distribuição (do varejista, atacadista ou do distribuidor) e dirige-se ao consumidor final. É justamente a etapa mais vulnerável à percepção negativa e a críticas do consumidor — caso a entrega não seja feita dentro do prazo previsto e o produto não chegue em perfeitas condições de qualidade e uso.


Diversos são os fatores que tornam a última milha um desafio. Entre eles, a necessidade de se contar com uma boa e eficiente infraestrutura de distribuição. Isso vai muito além da frota de veículos, sua capilaridade e treinamento das equipes. Afinal, há toda a gestão do centro de distribuição; seus equipamentos; sistemas de gestão, de acompanhamento e monitoramento em tempo real das mercadorias… Há, inclusive, a capacidade de interação e de resposta junto aos consumidores.


Muitas empresas ingressaram neste setor para atender o varejo online ou dar apoio logístico aos seus próprios negócios. O foco, no caso, está na demanda que o crescimento acelerado do e-commerce está trazendo para a área de logística, e em especial da última milha. Contudo, começam a despontar notícias de empresas que não lograram seu objetivo e desistiram dessa atividade — perdendo até recursos vultosos já investidos no negócio.

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