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A nova firma: como empresas adaptam escritórios para a volta ao presencial

Exame



Após mais de um ano de home office, o avanço paulatino da vacinação motiva uma porção de empresas a convidar os funcionários de volta aos escritórios. Em algumas, o ambiente vai estar bem diferente do deixado em março do ano passado. Reformas vêm adaptando os locais de trabalho às necessidades criadas pela pandemia, como baias afastadas para respeitar o distanciamento social e espaços de descompressão de funcionários. Há ainda escritórios novinhos saindo do papel já com uma cara diferente para evitar surtos de covid-19 na retomada.


Nas contas da Tétris, escritório de arquitetura da multinacional de espaços corporativos JLL, 100% dos projetos feitos no ano passado foram de reformas. Antes da pandemia, essa fatia era de metade (a outra vinha de novos escritórios). Neste ano, 60% dos projetos serão de reformas.


Em algumas empresas, a pandemia tirou do papel mudanças de porte. Em março, o banco gaúcho Agibank inaugurou um escritório em Campinas, no interior paulista, para acomodar funcionários interessados no trabalho híbrido (o home office segue liberado). A um custo de 20 milhões de reais, a área de 19.000 metros quadrados tem espaços abertos, com luz e ventilação naturais, e um terraço ao ar livre.


Há certo tempo, a liderança do braço brasileiro da Kuehne+Nagel, multinacional suíça de logística, queria eliminar as salas individuais do escritório da empresa em São Paulo. A pandemia não só motivou a derrubada geral das paredes como também motivou a criação de um sistema rotativo para marcação de mesas de trabalho. Todo funcionário deve reservar uma baia pelos canais digitais da empresa antes de cada jornada.

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