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Aumento do frete e falta de contêineres geram cenário de preocupação para setor de logística no CE

Diário do Nordeste



Apesar das boas projeções para o encerramento de 2021 em movimentação de cargas no Porto do Pecém - deve superar 20 milhões de toneladas, quebrando o recorde de 2019 -, o desenho que se tem para o transporte marítimo no próximo ano ainda não é tão nítido, já que problemas como o alto custo do frete e a falta de contêineres não devem se dissipar tão facilmente.


O tema foi um dos pontos abordados durante a 16ª da Feira Internacional de Logística - Expolog 2021, realizada em formato híbrido com transmissão online diretamente do Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.


De acordo com a avaliação do gerente comercial da Tecer Terminais Portuários, Carlos Alberto Nunes, o alto custo do frete e a falta de contêineres - problemáticas mundiais que estão entre os principais gargalos para o restabelecimento pleno do transporte marítimo após o início da pandemia - são questões que podem levar de um ano e meio a dois anos até uma normalização.


A diretora institucional do Complexo do Pecém, Rebeca Oliveira, reforça que esses complicadores da cadeia logística não se restringem ao cenário local, mas se tratam de problemas observados em todo o mundo.