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Bem-estar no trabalho cresce, mas ainda não atinge taxa ideal

Estadão


As empresas que criaram iniciativas em prol da saúde mental começaram a ver os resultados de seus investimentos. De acordo com a segunda edição do Índice de Bem-Estar Corporativo (IBC), as organizações que investem em saúde emocional obtiveram nota 74, enquanto a média nacional foi de 61,7 (em uma escala de 0 a 100).


Os números ainda estão abaixo do ideal proposto pelo próprio índice, que é de 78, mas são superiores aos 49,2 obtidos no segundo semestre de 2021 (primeira edição da pesquisa). Quanto maior o índice, significa que mais saudável é o ambiente organizacional da empresa.


Para chegar aos resultados, a startup Zenklub, especializada em cuidado emocional corporativo, analisou nove quesitos: relacionamento com os líderes, relacionamento com os colegas, conflitos, exaustão, preocupação constante, desconexão do trabalho, volume de demanda, autonomia e participação e clareza das responsabilidades.


Os dois pontos de maior impacto no bem-estar do trabalhador brasileiro foram a exaustão e a preocupação constante com o trabalho. No caso da exaustão, o índice foi de 48,1, o que representa uma melhora de mais de 10 pontos em relação a 2021, cujo índice era de 58,7. Neste aspecto, quanto menor o número, menor é o nível de exaustão do colaborador.


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