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Brasília ganha complexo de R$ 700 mi



Valor Econômico


Dez anos depois de ter vencido o leilão do aeroporto de Brasília, em fevereiro de 2012, a Inframérica finalmente conseguiu tirar da gaveta um ambicioso plano de desenvolvimento imobiliário em torno do terminal - o segundo mais movimentado do país.


A concessionária, pertencente à multinacional argentina Corporación América, deve anunciar nesta segunda-feira que chegou a acordos com outros parceiros privados para erguer três empreendimentos de grande porte na zona aeroportuária: um shopping center do grupo Partage, um centro de logística da Log Commercial Properties e um complexo de entretenimento com parques temáticos (os acionistas são mantidos em sigilo).


No total, esses projetos vão receber investimentos de R$ 700 milhões e gerar 3.500 empregos diretos ou indiretos, segundo a Inframérica. As obras começam ainda neste semestre. Elas devem ficar prontas, gradualmente, entre o fim de 2023 e o começo de 2024. Todas as intervenções já têm licença ambiental do Ibram (órgão do Distrito Federal) e aval para uso e ocupação do solo, bem como concordância do Ministério da Infraestrutura e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).


“O nosso projeto para o sítio é aeroportuário é ainda mais amplo, mas esses três primeiros empreendimentos são âncoras do que vem pela frente”, diz o vice-presidente da Inframérica, Juan Horacio Djedjeian. Segundo ele, também estão previstos um hotel quatro estrelas e centro de convenções com capacidade para 7 mil pessoas, além de um centro cultural que poderá expor 12 mil obras de arte. Há entendimentos avançados com donos de coleções privadas e falta apenas definir como será a nova edificação.

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