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Briga no varejo, agora, é para produto chegar à casa do cliente em horas e não mais em dias

O Globo



Não basta mais vender pela internet. Com a alta dos negócios on-line provocada pela pandemia, gigantes do comércio eletrônico e até start-ups iniciaram uma verdadeira guerra pela entrega ultrarrápida. Depois do clique, passou a ser uma questão de horas — ou minutos em alguns casos — até a chegada do produto à casa do cliente.


Essa rapidez, que já virou motivo de briga na publicidade, vem exigindo mudança no modelo de negócios, com o investimento em tecnologias de gerenciamento de estoque e ritmo pesado de aquisição de empresas de logística.


Para especialistas e empresas, o esforço ocorre por uma necessidade do próprio consumidor, que tem cada vez mais pressa para receber as compras em casa. Hoje, em média, as entregas em até 24 horas já respondem por metade das operações no comércio eletrônico.


Mas a meta de muitas companhias é que esse marco seja substituído pelo delivery com prazos mais curtos, de dez minutos a duas horas.

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