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Brookfield compra 2º prédio corporativo apostando no fim do home office

Estadão



A canadense Brookfield reforçou a sua aposta no setor de edifícios corporativos, apesar das incertezas atuais sobre a duração do home office e o futuro do trabalho pós-pandemia. A multinacional acertou com a construtora REM, do empresário Renato Mauro, a aquisição de uma fatia de 70% de um edifício corporativo que será erguido no eixo da Rua da Consolação com a Alameda Jaú, a menos de 500 metros da Avenida Paulista, na capital. O empreendimento é de alto padrão e terá 25 mil m2 de área bruta locável (ABL) e ficará pronto em 2025. O valor da transação não foi revelado.


Este é o segundo projeto adquirido pela Brookfield desde o começo da pandemia, um sinal de confiança no setor. No ano passado, o grupo comprou da construtora Gamaro o complexo de escritórios e centro de conveniência chamado O Parque, também de alto padrão com 22 mil m2 na vizinhança do Shopping Morumbi. A obra será concluída em 2022.


Com essas aquisições, a Brookfield acumula no portfólio quatro projetos em desenvolvimento, totalizando 120 mil m2. Isso representa R$ 2 bilhões de ativos sob gestão projetado – ou seja, o quanto esses ativos vão valer depois de prontos.


A canadense também está erguendo um prédio de escritórios na Rua da Consolação em parceria com a construtora Fibra Experts, com entrega no ano que vem. Outro investimento é um edifício na Vila Leopoldina feito sob encomenda, para sediar a WPP Group, multinacional do ramo de publicidade. Já os prédios da Brookfield em operação somam 290 mi m2 de ABL – um dos maiores portfólios do País.

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