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BTG capta quase R$ 3 bilhões em oferta

Valor Econômico



A estratégia do BTG Pactual para se fortalecer como um banco relevante também no segmento de varejo passa por aquisições em série, financiadas por ofertas de ações no mercado. De um ano para cá, já são três dessas captações - a mais recente foi precificada ontem. O banco captou mais R$ 2,97 bilhões vendendo suas units a R$ 122,01, com desconto de 1,2% em relação ao fechamento do papel na B3. A demanda superou em mais de três vezes o total ofertado, segundo fontes de mercado. Em função do interesse pelas ações, foi vendido um lote adicional de units.


Foi uma oferta de tamanho semelhante às realizadas em junho de 2020 e no início deste ano. Entre a oferta de junho e a de ontem, a valorização das units do banco é da ordem de 65%.


A meta do BTG, segundo investidores ouvidos pelo Valor que acompanharam as conversas para a venda das novas ações, é alcançar uma participação de 50% no atendimento ao investidor de varejo. Hoje, a XP lidera esse mercado, com fatia de 80%.


O plano do BTG tem sido focado no crescimento via aquisições de diversas marcas, com diferentes perfis. “Nenhuma delas é excludente. Tem escritórios de agentes autônomos, canais de notícias, de análise, que podem fazer uma atração digital e também dar apoio aos assessores - manter uma rede grande desses assessores na rua é a possibilidade de conversão mais rápida do cliente”, resume uma fonte do segmento. No jargão de mercado, o que se espera é uma “luta de marcas”, ele diz. “Você cria várias marcas e deixa elas competirem entre elas. Esse mercado ainda não está na fase da consolidação, é mais inteligente ter várias marcas incentivadas, capitalizadas e brigando por espaço e ter exposição ao resultado de todas", diz.

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