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Cachorros ganham espaço em escritórios na volta do home office



Financial Times


Antes da pandemia, Becky não imaginava que um dia fosse levar seu cachorro ao escritório. Mas o lockdown fez com que ela mudasse de opinião. Becky (o nome é fictício) não só percebeu "os grandes benefícios mentais" de ter um animal de estimação por perto enquanto trabalha como descobriu que a disparada na adoção de animais durante a pandemia fez crescer a competição por serviços de creche para cachorros: agora, voltar ao escritório sem o seu cachorro poderia lhe custar milhares de libras por ano.

No entanto, o empregador de Becky, uma empresa de serviços financeiros, tinha acabado de se mudar para um escritório em Londres no qual os proprietários do imóvel não permitem amigos de quatro patas. "Nenhum dos executivos envolvidos na mudança tem cachorros. E a impressão era de que a minha empresa não tentou negociar uma mudança nessa regra".

Ela agora está estudando suas opções. "No meu próximo emprego, vou considerar [a possibilidade de levar o cachorro ao trabalho] como um requisito muito importante", ela diz. "Porque é algo que simboliza a cultura da empresa.


"Levar o cachorro ao trabalho não é um hábito inteiramente novo: Sigmund Freud apontou que seus pacientes pareciam se sentir mais à vontade quando seu chow chow, Jofi, estava presente nas sessões de psicanálise. Mas duas tendências agora impulsionam ainda mais essa ideia: o crescente apego das pessoas aos seus animais de estimação, que significa que elas não desejam deixá-los sozinhos em casa o dia todo; e a convicção dos trabalhadores mais jovens de que o trabalho deve oferecer mais do que um salário e também refletir sua identidade de maneira mais ampla.

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