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CEO da SiiLA Brasil participa de Fórum Imobiliário da rádio BandNewsFM



Giancarlo Nicastro falou sobre o momento do mercado para condomínios logísticos e escritórios em programa transmitido ao vivo


Nesta quarta-feira (25), Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA Brasil, participou do Fórum Imobiliário, realizado pela rádio BandNewsFM, com transmissão ao vivo pelo canal da emissora no YouTube.


Participaram da primeira mesa do debate, Marcelo Hannud, especialista em Mercado Imobiliário, Marcelo Fayh, analista de Fundos Imobiliários do GuiaInvest, e Marcos Baroni, analista de Fundos Imobiliários da Suno Research, que debateram sobre os Fundos Imobiliários (FIIs). Hannud abriu a mesa, mediada pela âncora Gabriela Mayer, destacando que os FIIs devem se tornar o tipo de investimento que substituirão a poupança para os brasileiros.


“Tem tudo para se tornar o investimento mais acessível e mais procurado pelos brasileiros porque é um investimento democrático”, disse Baroni. Já Fayh falou sobre como funcionam as cotas de FIIs: “O FII permite que você, com pouco dinheiro, compre não só um, mas uma série de imóveis de forma fracionada”. Para o analista do GuiaInvest, trata-se de uma forma coletiva de chegar ao investimento imobiliário, de maneira estruturada e organizada.


Na segunda mesa, Hannud, Abiner Oliveira, diretor comercial da Colliers, e Nicastro abordaram os efeitos da pandemia no mercado imobiliário comercial e perspectivas para os próximos anos.


O CEO da SiiLA Brasil destacou que dos mercados monitorados pela empresa no Brasil, o segmento de condomínios logísticos foi o que melhor se comportou na pandemia, mas fez um contraponto sobre a grande concentração de galpões logísticos em São Paulo – de 18 milhões de m², apenas 11 milhões estão localizados no Estado.


O CEO da SiiLA Brasil também mencionou a questão do last mile no debate: “Hoje está sendo discutido o last mile, que é a última milha de entrega e isso não é mais um galpão logístico na estrada e sim um Centro de Distribuição para entregar nas cidades. Perguntado pela âncora se já existe perspectiva de descentralização para isso acontecer, Nicastro disse que esse movimento já está acontecendo, ainda de forma tímida, mas que tende a se acelerar muito rápido.


Oliveira destacou o momento positivo para galpões logísticos no país, que tiveram crescimento puxado pelo consumo durante a pandemia: “O ano passado foi o melhor ano para o mercado de galpões desde que ele passou a ser monitorado. O volume de locações permeou os 2,6 milhões m². Esse ano já é melhor que 2019 e deve superar 2020 em locação.”


A respeito do futuro dos escritórios, Hannud defendeu que o home office não pode ser considerado uma situação permanente, mas emergencial, e prevê que o futuro do trabalho tende a ser descentralizado, com escritórios flexíveis. Na mesma linha, o CEO da SiiLA Brasil afirmou que os escritórios não irão acabar, trazendo exemplos de empreendimentos que estão locados antes mesmo da entrega e de empresas que devolveram seus espaços físicos no início da pandemia e agora não conseguem mais voltar para suas antigas sedes, que já foram locadas por outros inquilinos.



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