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Chegou a hora de investir em FIIs de escritório?

InfoMoney


Otuki, economista do Clube FII, não acredita no fim do segmento corporativo, mas prevê um caminho ainda longo para a recuperação do setor de escritórios.


Tomando como base a cidade de São Paulo, referência para o mercado corporativo, ele lembra que a vacância dos escritórios na capital paulista está em 25%, considerado os edifícios mais sofisticados.


“É um nível ainda elevado que favorece o locatário, que pode negociar um aluguel menor”, explica. “O preço médio de locação está estável desde 2018, na faixa de R$ 87,00 por metro quadrado”, afirma Otuki, que lembra que o número bateu R$ 112,00 em 2015.


Ainda sobre a taxa de ocupação, o economista pondera que o percentual sofre influência das regiões secundárias, como é o caso da Avenida Doutor Chucri Zaidan, que tem vacância de 33%.


Nas regiões mais nobres de São Paulo, aponta Otuki, a vacância é bem menor, como no Itaim (3,3%), Faria Lima (8,6%), Vila Olímpia (10%) e avenida Juscelino Kubitschek (11%).


De acordo com dados da SiiLA – que monitora o mercado imobiliário do País – a vacância do segmento corporativo de São Paulo deve alcançar a casa dos 14% – nível mais saudável – apenas em 2024.

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