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Colaboradores elegem modelo de trabalho na General Mills

Exame



Há algum tempo, desde o momento de retomada, com boa parte das regras de distanciamento sociais afrouxada por conta da ampliação da vacinação e a consequente contenção da covid-19, inúmeros colaboradores já retornaram às suas rotinas de escritório.


De acordo com a 13ª edição da Pesquisa Aon de Benefícios, 73% das empresas vão manter de alguma forma o trabalho remoto, mesmo com o fim da pandemia. Dessas, 55% disseram que devem pedir para que seus colaboradores trabalhem no escritório de duas a três vezes por semana. O levantamento ouviu 808 empresas de 30 segmentos e de todas as regiões do Brasil.


Em um movimento inovador e indo na contramão da grande maioria, a General Mills Brasil – empresa líder global em alimentos, dona das marcas Yoki, Kitano e Häagen-Dazs, adotou o regime essencialmente virtual para todas as posições que não necessitam de trabalho presencial, que consiste entre uma a três idas mensais ao escritório, sempre motivadas por um propósito maior, exemplificado pelos quatro “Cs”: conectar, criar, celebrar e colaborar.


A decisão foi tomada após a realização de uma pesquisa com cerca de seus 400 colaboradores para entender a percepção deles sobre o assunto. “Os resultados apontaram que 90% das pessoas optaram pelo modelo e não queriam voltar ao presencial. Inclusive as lideranças estavam em linha com esse pensamento”, conta Hugo Moraes, diretor sênior de recursos humanos da General Mills. “Seguindo uma proposta mais flexível e inovadora, entendemos que essa era uma oportunidade de repensar o nosso modelo de trabalho. Desde janeiro de 2022, nossos colaboradores já estão atuando desta forma”, completa.


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