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Com alta nas vendas, Nordeste atrai investimento do varejo on-line

O Globo



Na pandemia, o faturamento do comércio eletrônico no Nordeste dobrou, um movimento que não passou despercebido pelas grandes varejistas. Para aumentar sua presença, com maior capilaridade, custo e prazo menor de entregas, as redes estão investindo na construção e na expansão de centros de distribuição na região.


O ponto central dessa estratégia é Recife, em Pernambuco, em razão de sua localização entre um dos principais portos do país, o de Suape, e uma malha rodoviária extensa, que se conecta às BR-101 e BR-232. Outro fator de atração é o incentivo específico do governo estadual para estimular a instalação de centros de distribuição atacadistas e do e-commerce.


Tatiane Menezes, professora do departamento de graduação e pós de Economia da Universidade Federal de Pernambuco, destaca o impacto do auxílio emergencial na renda, além do crescimento natural da digitalização:


— Se não tivesse recessão e pandemia, será que teria essa mesma expansão? São vários fenômenos simultâneos. O auxílio com certeza teve impacto na renda das famílias daqui. Muitas passaram a sobreviver só com o auxílio, outras por conta da pandemia migraram para o e-commerce. Agora, o quanto isso vai se sustentar com fim da pandemia não se sabe — diz a economista.

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