top of page

Receba nossa newsletter

 Instagram feed

Comparação de preços: valor médio do m² para escritórios em São Paulo x Cidade do México 

A robusta base de dados e estatística da SiiLA, com cobertura na América Latina, nos permite desenvolver análises e cruzamentos sobre os mercados mapeados. Nessa reportagem, vamos comparar o custo do metro quadrado para escritórios em duas importantes cidades da região: São Paulo, no Brasil e Cidade do México, no México.  Esta semana, o jornal de economia e finanças mexicano El Economista publicou reportagem a partir dos nossos dados.

Em termos estoque total, isto é, a quantidade de espaços de escritórios existentes nas duas cidades, os números ficam próximos. Segundo o mapeamento do Market Analytics, o mercado de São Paulo contabiliza mais de 8,6 milhões de m² de lajes corporativas das classes A+, A e B. O mercado da Cidade do México fica perto disso, com 8,31 milhões de m² de escritórios.  


No fechamento do 4T22, a taxa de vacância – ou seja, de espaços vagos em relação ao estoque, ficou em 22,06% em São Paulo x 21,58% registrada na Cidade do México. Você pode ler mais sobre o estoque e a vacância da capital mexicana nesta reportagem do SiiLA Insights!


É importante mencionar que esses dois fatores (oferta e disponibilidade) afetam o preço de mercado de escritórios juntamente com outras causas de variação, como a localização das propriedades, o tamanho e a distribuição do espaço, os serviços e as comodidades, ou a demanda do mercado, entre outros fatores.


Agora, se você fosse abrir uma operação em uma dessas importantes capitais da América Latina? Quanto custaria o valor da locação?  


No caso de São Paulo, seguindo os parâmetros descritos acima, podemos estimar um custo aproximado de 15,22 dólares por metro quadrado, consideração a cotação do dólar em R$ 5,15. O valor é estimado a partir dos dados coletados da SiiLA, que permitem traçar uma média do preço pedido por m² para as lajes corporativas. Já na Cidade do México, o preço médio pedido registrado no 4T22 foi de 22,89 dólares/m². 


Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA, explica que os mercados das duas cidades apresentam similaridades em termos de inventário (estoque) e população. “A grande diferença está no valor da locação. Alguns fatores econômicos, tais como inflação, taxa de juros e estabilidade monetária fazem com que o mercado brasileiro seja um pouco mais desafiador”, completa.


Quer saber mais? Conheça a cobertura da SiiLA na América Latina e solicite uma apresentação para conhecer o Market Analytics!   

  • LinkedIn
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
bottom of page