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Condomínios logísticos vivem um bom momento

Valor Econômico



Desde o final de 2019, os condomínios logísticos vivem um período a ser comemorado. A combinação da alta do e-commerce, impulsionada pela pandemia, com o aporte dos recursos de fundos de investimento, criou um cenário que possibilita sucessivos recordes nos indicadores. Para a maior parte dos especialistas, nem mesmo a alta da taxa Selic e do custo da construção devem abalar a expansão dos negócios, pelo menos nos próximos dois anos.


Hoje, o Brasil tem 17.997.394 m2 de condomínios logísticos com 86,95% locados. Os números englobam construções das categorias A+, A e B (variação conforme o grau de tecnologia que oferecem) e são da SiiLA (Sistema de Informação Imobiliária Latino-Americana) Brasil. “São Paulo ainda concentra a maior parte do estoque, com 9.868.500 m2. Mas outras regiões do país estão avançando na quantidade de m2 disponíveis”, diz o CEO da SiiLA Brasil, Giancarlo Nicastro.


O avanço da área construída em condomínios logísticos tem contornos nacionais. Durante o primeiro trimestre do ano, Rio de Janeiro, Minas Gerais (especialmente, em Extrema) e Bahia também receberam novos empreendimentos, agregando novos 48.038 m2, 11 mil m2 e 52.529 m2 de área, respectivamente. Em São Paulo, foram 103.110 m2 de novo estoque, informa Nicastro, da SiiLA.


Para a SiiLA, o bom momento se estende, no mínimo, até 2023, “porque temos uma demanda reprimida muito grande em relação à distribuição de mercadorias. Manaus, por exemplo, só tem três galpões logísticos. O Pará tem apenas 40 mil m2 de logística. O e-commerce veio para ficar e traz muitas oportunidades”, afirma Nicastro.

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