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Construtoras buscam certificações ambientais

Valor Econômico



O setor de construção é responsável por mais de um terço do consumo global de energia e quase 40% do total de emissões de CO2, segundo a International Energy Agency (IEA ou Agência Internacional de Energia). No Brasil, construtoras avançam na obtenção de selos de sustentabilidade e de eficiência energética. Entre as ações em curso, há adoção de sistemas de controle do uso da energia nos canteiros de obras e de dispositivos como sensores de movimento para reduzir gastos com eletricidade nos edifícios entregues.


Estudos de companhias locais indicam que prédios que adotam recursos para brecar despesas com luz podem obter economia mensal de 25% na conta de energia, ante imóveis sem inovações na área.


Com mais de 40 anos de mercado, a construtora e incorporadora paulista Trisul tem escalado a adoção de medidas sustentáveis. Aderiu à certificação ambiental Aqua-HQE em 2016 e dois anos depois obteve o diploma Procel para dois empreendimentos.


O Alta Qualidade Ambiental (Aqua) é uma certificação internacional para construções sustentáveis desenvolvido a partir da marca francesa Démarche HQE (Haute Qualité Environmentale). Aplicada pela Fundação Vanzolini, foi criada em 2008 e é considerada a primeira norma brasileira para qualificação de obras do tipo. Já o Procel, estabelecido em 2014, tem como objetivo identificar edificações com as melhores classificações de eficiência energética.


“Estamos observando no detalhe todas as opções, para oferecer uma maior eficiência nos empreendimentos”, diz Roberto Júnior, diretor de engenharia da Trisul. Simulações computacionais que comparam um empreendimento convencional, sem dispositivos de contenção-- como lâmpadas eficientes, sensores de movimento e elevadores inteligentes - com uma construção sustentável, indicam que é possível obter uma economia mensal de 25% de energia.

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