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Coworkings atraem cliente tradicional do escritório corporativo

Valor Econômico



Enquanto aguardam uma definição mais clara do que será o “novo normal”, inquilinos que devolveram áreas totais ou parciais de escritórios têm sido atraídos pelos “coworkings”, que oferecem contratos de locação flexíveis em relação a espaços e ao tempo de utilização e ainda a possibilidade de não fazer investimentos no ativo físico. No International Workplace Group (IWG) - que atua, no Brasil, com as marcas Regus, Spaces e HQ - grandes empresas e executivos que estão trabalhando no sistema de “home office” respondem por 75% da locação. A WeWork vem sendo procurada por empresas de perfil mais conservador para consultoria sobre possibilidades de ocupação de espaço.


Na avaliação das duas principais operadoras de espaços colaborativos, a demanda tende a ganhar mais impulso à medida que a vacinação contra a covid-19 avançar. A procura por áreas de trabalho compartilhadas caiu, fortemente, nos primeiros meses da pandemia. Mas já no segundo semestre do ano passado voltou a ter aumento gradual.


Desde meados de 2020, a procura por parte de grandes empresas “que precisavam reduzir os espaços de escritórios ocupados” levou ao reaquecimento da demanda, de acordo com o presidente do IWG no Brasil, Tiago Alves. A ocupação das áreas do grupo voltou, no segundo trimestre, ao patamar pré-pandemia.


As características dos espaços flexíveis se adequam, ressalta Alves, a parte das necessidades do trabalho híbrido. Empresas podem contratar para os funcionários, por exemplo, sistema de benefício do uso de “coworkings”, com pagamento pelo número de horas utilizadas. “Assim como o vale-alimentação, é possível ter o ‘vale-escritório”, afirma o executivo.

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