DADOS E ANÁLISES DO MERCADO IMOBILIÁRIO COMERCIAL

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Cresce oferta de produtos em fundos imobiliários

Valor Econômico



Os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) ainda sentem o gosto amargo da pandemia, após perdas profundas em diferentes setores e, consequentemente, no IFIX - índice que acompanha o desempenho dos FIIs. Por outro lado, o mercado vê o momento como oportuno para se desenvolver e expandir.


A chegada de novos produtos, como fundos - e não apenas os tradicionais “papel” e “tijolo” - e até índices, mostra o amadurecimento e a ascendência da categoria, que conquistou os brasileiros nos últimos anos. Entre dezembro de 2018 e o fim de 2019, o número de investidores mais que triplicou, indo de 208 mil para 645 mil. No ano passado, o aumento foi de quase 82% e ultrapassou a marca de um milhão de investidores no segmento.


Outro dado, da B3, que ajuda a ilustrar a expansão do mercado de FIIs nos últimos anos diz respeito ao patrimônio líquido dos fundos imobiliários listados na bolsa, que alcançou R$ 144 bilhões em março. Na comparação com o mesmo mês de 2020, o crescimento foi de 51,5%.


Quanto mais o setor cresce e se desenvolve, a disputa por ativos aumenta e, como consequência, novos produtos surgem na prateleira de opções dos investidores. Nesse cenário, diz Ronaldo Ishikawa, do escritório de advocacia i2a Legal, o mercado de fundos imobiliários vem investindo em setores ainda não tão conhecidos, como o de agronegócios. “No final do ano passado, houve um movimento para a estruturação de outros fundos, como os de agronegócio [Fiagro], desenvolvimento residencial e até logístico com pegada de data center, que tem demanda constante por empresas”, afirma.

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