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Crise do Rio: um terço dos escritórios de alto padrão está vazio, na maior vacância da pandemia

Fonte: O Globo



Em uma pandemia que mistura destruição econômica e incentivo ao home office, a vacância dos escritórios de alto padrão do Rio voltou a romper o patamar de 30%, segundo dados da plataforma SiiLA Brasil.


O percentual fechou o primeiro trimestre em 30,7%, o maior desde o terceiro trimestre de 2019 (32%). A ocupação das lajes corporativas vive, portanto, seu pior momento na pandemia. E isso apesar de o Rio não ganhar novos imóveis empresariais de alto padrão há mais de dois anos.

Nas seis regiões que concentram escritórios com esse perfil, as empresas desocuparam este ano 15 mil m² — equivalente a dois campos de futebol com dimensões oficiais.


Algumas regiões estão sendo mais castigadas. Na Cidade Nova, a taxa de vacância está em 39%. É lá que ficam “elefantes brancos” históricos, como o ECO Sapucaí, imóvel “triplo A” com projeto de Oscar Niemeyer ao lado do Sambódromo que está vazio desde a inauguração. Tanto o governo do Estado (à época do governador Luiz Fernando Pezão) como a prefeitura do Rio (gestão Marcelo Crivella) cogitaram mudar a máquina pública para lá, mas os planos não avançaram…


O Centro tem vacância de 30.65%. No Porto, a taxa está em 29%. Já na Zona Sul, onde há poucos imóveis dentro do padrão “triplo A” em comparação com o Centro, a vacância é desprezível.

Em São Paulo, essa taxa está na casa dos 21%.


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