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Demanda firme por novos galpões


Valor Econômico

Puxado pelo comércio eletrônico, que vem crescendo de forma expressiva na última década e se intensificou mais com a pandemia, o mercado de condomínios logísticos mostra resultados tão animadores que empresas do setor continuam a apostar num cenário positivo. “Nunca estivemos em um momento tão forte como este”, afirma Sérgio Fischer, CEO da Log, uma das maiores desenvolvedoras e locadoras de galpões logísticos com presença em todas as regiões do país.


O otimismo de Fischer é observado em todo o setor, que projeta construir neste ano 3,7 milhões de metros quadrados de galpões das Classes A+, A e B, área bem acima dos 2,2 milhões de metros quadrados entregues em 2021, a segundo maior colocada no mercado desde o início do monitoramento do segmento, segunda a SiiLA, multinacional americana de soluções e análises para o mercado imobiliário comercial da América Latina. Antes disso, o maior volume de estoque novo havia em 2013, quando foram entregues mais 2,6 milhões de metros quadrados.


As projeções da SiiLA não necessariamente virão a se concretizar, porque o próprio mercado pode decidir, no decorrer do ano, adiar projetos conforme a demanda por novas áreas. Com isso, se evitaria a depreciação dos preços aluguéis. “Considerando que o aumento da inflação, a alta dos juros e a taxa de câmbio impactam no consumo das famílias e que estamos em um ano eleitoral, acredito que a entrega de novas áreas neste ano pode ficar entre 2,7 milhões e 2,8 milhões de metros quadrado. Ou seja, abaixo do projetado no inicio do ano, porque a demanda por novos galpões está diretamente ligada ao consumo”, diz Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA.

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