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Do estrela Michelin ao PF: a inflação no almoço no centro financeiro do país

Bloomberg Línea



De casas premiadas com estrela Michelin, a distinção máxima que um restaurante pode receber no mundo, até ambulantes que vendem marmitas na calçada a R$ 10, há oferta - e demanda - para todos os bolsos no entorno dos 4,6 km de extensão da Avenida Faria Lima, na zona oeste de São Paulo.


É uma área com quase 500 mil m² de escritórios, ocupada sobretudo por empresas dos setores financeiro (38,2%) e de tecnologia (10,6%), segundo levantamento do Sistema de Informação Imobiliária Latino-Americana (SiiLA), empresa de dados e análises para o mercado imobiliário.


O distrito financeiro abriga gigantes como BTG Pactual (BPAC11) e Itaú BBA (ITUB4) - a XP (XP) também estava presente em peso antes da pandemia -, além de algumas das maiores gestoras do país, como SPX Capital, Verde Asset e Constellation, entre outras casas. Representantes das big techs, como Google (GOOG) e Meta (Facebook) (FB), também marcam presença na Faria Lima.


São empresas que empregam em alguns casos milhares de profissionais, o que dá origem a uma demanda formidável para se comer bem, seja qual o preço da refeição. Com a retomada do trabalho no escritório de forma mais acentuada neste ano, os dias mais difíceis da pandemia para donos de restaurantes e bares e seus funcionários ficaram para trás, mas há uma nova ameaça: o aumento dos preços.

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