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Ecommerce no NE puxa investimento em galpões

Valor Econômico



Diante do acirramento da concorrência entre os grandes marketplaces (Amazon, Mercado Livre, Magazine Luiza e Americanas S.A), grupos locais e nacionais investem em centros de distribuição no Nordeste para suprir uma carência logística estrutural na região. A demanda por áreas de armazenagem disparou no ano passado, quando as vendas online no Nordeste dobraram.


O setor de galpões tem sido impulsionado tanto pela necessidade dos marketplaces (shoppings virtuais) como por grandes centros de distribuição - conhecidos como “fulfilment”. Para dar suporte na cadeia logística na etapa “last mile”, grupos menores, a maioria locais, investem em centros menores, como apoio.


Depois de abrir um centro de distribuição no Cabo de Santo Agostinho (PE) em 2019, a Amazon confirmou na semana passada uma segunda unidade prestes a ser inaugurada em Itaitinga (CE). Um ano atrás, o Mercado Livre abriu seu primeiro centro de distribuição no Nordeste, em Lauro de Freitas (BA), com 60 mil metros quadrados.


Com o investimento, de valor não revelado, o Mercado Livre começou a fazer entregas no mesmo dia em Salvador e no dia seguinte no Recife, conta Luiz Vergueiro, diretor de logística do Mercado Livre “Estamos ampliando a capacidade, com novos sistemas de armazenagem nos próximos meses”, diz o executivo.

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