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Edifício-garagem que vira residência e prédio histórico com mais seis andares



GZH Porto Alegre

Até a última sexta-feira (7), os responsáveis por sete projetos de construção ou reforma de imóveis já tinham manifestado interesse em ser avaliados pelos novos regramentos do Plano Diretor do Centro Histórico, de acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus) de Porto Alegre. A prefeitura recebe por e-mail a manifestação de empresários que estejam interessados em construir ou adaptar seus empreendimentos a estes novos parâmetros.

O novo Plano Diretor para a região foi aprovado na Câmara Municipal em 24 de novembro na forma da Lei Complementar Nº 930/2021, e ampliará a possibilidade de construção de mais andares com menores distâncias entre edificações, tanto em imóveis novos quanto em reformados, e vai ocupar os primeiros pavimentos com comércio e serviços.


Desde antes de essa mudança ser aprovada pelo Legislativo, o arquiteto Eduardo Galvão, consultor particular e ex-professor de arquitetura da Universidade Federal do RS (UFRGS), foi procurado por donos de prédios da Rua Siqueira Campos e da Avenida Mauá para desenhar projetos para o novo modelo do Centro.


O edifício-garagem na avenida Mauá, uma das entradas da cidade, lucrando menos com o espaço reservado para estacionar automóveis com o passar dos anos, pode se transformar em um prédio residencial. Galvão e os proprietários projetaram a reforma do prédio de número 1.263: além de uma cobertura com restaurante no rooftop, cinco andares que hoje comportam 250 vagas do estacionamento seriam convertidas para 70 apartamentos de 40 a 55 metros quadrados. No térreo, é previsto espaço para lavanderia, armazém, bares e cafés, aproveitando a proximidade com o Cais Mauá para também valorizar as 232 posições para carros que restariam após a obra.

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