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Empresas adicionam espaço de escritório em antecipação ao ‘grande retorno’

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Desde janeiro de 2020, a Alphabet, controladora do Google, gastou quase US$ 100 milhões na expansão de seu portfólio de imóveis comerciais nos Estados Unidos, incluindo um escritório de US$ 28,5 milhões que comprou em Sunnyvale, Califórnia, no auge da pandemia.


Mais recentemente, em janeiro, a Alphabet anunciou que gastaria US$ 1 bilhão em um escritório semelhante a um campus, em Londres.


“Vamos apresentar novos tipos de espaços de colaboração para trabalho em equipe pessoalmente, além de criar mais espaço geral para melhorar o bem-estar”, escreveu Ronan Harris, diretor administrativo do Google UK, em um post em blog. “Apresentaremos os pods de equipe, que são novos tipos de espaço flexíveis que podem ser reconfigurados de várias maneiras, suportando trabalho focado, colaboração ou ambos, com base nas necessidades da equipe. A nova reforma também contará com espaços de trabalho cobertos ao ar livre para permitir o trabalho ao ar livre”.


O objetivo, disse Harris, é oferecer aos funcionários espaço flexível com comodidades para atraí-los de volta ao escritório, reconhecendo que muitos deles ainda querem trabalhar em casa “alguns dias por semana”.


A tendência de expansão de escritórios vai muito além do Google. Em 2019, antes da pandemia de Covid-19, as organizações dos Estados Unidos compraram 60.346 propriedades comerciais, de acordo com o Altus Group, uma empresa imobiliária comercial. Esse número caiu para 57.174 em 2020, mas se recuperou no ano passado com 78.354 propriedades.


E no primeiro trimestre de 2022, as organizações já compraram 22.423 imóveis comerciais. Se essa tendência continuar, o número de prédios de escritórios comprados este ano superará os comprados em 2021.

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