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Franquias tentam trocar índice que corrige aluguel

Fonte: Valor Econômico



O setor de franquias estuda a abertura de uma ação coletiva na Justiça por meio da ABF, a associação nacional desse segmento, para pleitear aos shoppings uma mudança no índice de reajuste anual de aluguéis. A Hering confirmou a existência desse movimento ontem, em teleconferência com analistas sobre o balanço do quarto trimestre, e a ABF também afirmou que a questão está em discussão.


Nos últimos dias, o agravamento da pandemia no país, que está gerando medidas restrições de circulação e atividade em diversos Estados e municípios, aumentaram a pressão sobre o setor de shoppings, que é diretamente afetado pelos fechamentos temporários de lojas.


“É uma ação para pleitear de forma definitiva o uso do IPCA nos contratos”, disse o diretor de operações da Hering, Thiago Hering.


Os contratos entre empreendimentos e lojistas são individuais e regidos pelo IGP-M, que disparou em 2020, superando os 20%. O IPCA avançou 4,5%. Desde o segundo semestre, entidades que representa os lojistas vêm buscando os shoppings e a associação do setor para mudar temporariamente os índices de aumento.


Procurada, a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) informou, em nota, que “o IGP-M é um índice legal para reajustes de aluguéis e negociado por lojistas e shoppings em ambiente de livre negociação”. Ainda de acordo com a entidade, “cabe aos empresários, que desejam usufruir de uma sociedade pautada pela livre iniciativa e pela liberdade de empreender, respeitar os contratos. Eventuais renegociações devem ser feitas caso a caso.”


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