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Fundo de imóveis nos EUA atrai brasileiro

Fonte: Valor Econômico


Primo estrangeiro dos fundos imobiliários, os Reits (sigla em inglês para Real Estate Investment Trust) entraram no radar dos brasileiros desde que os BDRs (sigla em inglês para Brazilian Depositary Receipts) foram liberados para pequenos investidores, em outubro. Desde então, qualquer um pode negociar recibos de ações do exterior na bolsa brasileira, inclusive BDRs de Reits.


A queda de quase 40% nos preços dos Reits nos Estados Unidos no ano passado, em meio à pandemia, gerou algumas barganhas. Além disso, a desvalorização do real e o aumento dos riscos econômicos e políticos no Brasil levaram pessoas físicas a buscar proteção em países com moedas fortes. Investir no exterior virou moda, mas os Reits são mais do que isso, segundo alguns analistas.


A maior diversidade desses produtos em relação aos fundos imobiliários brasileiros e a renda em dólar são os principais atrativos apontados para o pequeno investidor. Os Reits são como empresas listadas em bolsa que investem no mercado imobiliário nos EUA. Eles foram criados na década de 1960, usufruem de incentivos fiscais e serviram como base para a criação dos fundos imobiliários no Brasil.


O objetivo dos Reits é obter lucro para distribuir aos investidores em forma de dividendos, o que acontece trimestralmente ou semestralmente. Nos últimos 20 anos, o retorno médio dessas carteiras foi de 10% ao ano, enquanto o retorno médio do S&P 500, um dos principais índices de ações dos EUA, foi de 6% ao ano, segundo um relatório da XP.


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