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Fundos imobiliários registram forte demanda


Apesar das restrições de funcionamento do comércio e da migração de empresas para o modelo de home office, os fundos imobiliários (FIIs) registraram uma forte demanda em 2020, saindo de uma base de 645 mil investidores Pessoas Físicas em dezembro de 2019 para 1,1 milhão em outubro, segundo dados da B3. O interesse foi motivado pela queda da taxa de juros e do aumento da oferta de produtos nas plataformas das grandes corretoras. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), havia em outubro 496 FIIs registrados ante 453 produtos em dezembro de 2019. O número de contas passou de 1.944.297 para 3.420.051 no mesmo período. Devido à pandemia, o iIFIX (índice da B3 composto pelos 80 principais fundos) apresenta queda de 12,1% no ano, mas as perspectivas, segundo os gestores, são positivas.


“Com exceção dos fundos lastreados em shopping centers, as demais modalidades continuaram a pagar dividendos. Até mesmo nos fundosde lajes corporativas, não foi observada uma vacância significativa que afetasse o investidor”, afirma Anita Scal, sócia da área de fundos imobiliários da gestora Rio Bravo, que oferece 27 produtos em seu protfólio (não todos listados na B3). Segundo Scal, a possibilidade de ganhos periódicos (a legislação exige distribuição semestral de resultados, mas muitos fundos fazem mensamente ) e a predileção do investidor brasileiro por imóveis tornaram os fundos mais atraentes do que os tradicionais produtos de renda fixa ofertados pelos grandes bancos.



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