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Iguatemi vende 30% mais em abril do que na fase pré-pandemia



Valor Econômico


Impulsionado pelo consumidor de alta renda - menos afetado pela escalada inflacionária -, o grupo Iguatemi viu um crescimento de 31% nas vendas de seus shoppings em abril, até o dia 22, na comparação com o mesmo mês de 2019, antes da pandemia. Os dados preliminares foram apresentados ontem pelo comando da companhia em teleconferência com analistas sobre o balanço do primeiro trimestre.


“As vendas do mês [de abril] vão superar isso e maio deve ser ainda melhor, pois os lojistas estão bastante animados com o Dia das Mães”, disse o diretor financeiro da Iguatemi, Guido de Oliveira.


No primeiro trimestre, as vendas totais do grupo cresceram 77,2% ante mesmo período de 2021, para R$ 3,3 bilhões, superando, também, em 14,8% o mesmo período de 2019. A Iguatemi teria registrado lucro líquido de R$ 41 milhões se não tivesse investimentos na empresa de serviços para comércio on-line Infracommerce, cujas ações caíram quase 70% desde o começo do ano - com isso, o Iguatemi reportou prejuízo de R$ 17,33 milhões.


“O [crescimento] mais evidente é a parte de luxo, porque teve uma mudança de hábito de consumo desse mercado no Brasil”, disse a presidente da Iguatemi, Cristina Anne Betts. Quem comprava lá fora percebeu que aqui se pode comprar com o mesmo preço, parcelando e com atendimento em português. Esse bom momento tem atraído grifes internacionais que ainda não operam no país, diz ela.

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