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Itaú vê fundos imobiliários atrativos mesmo com aumento dos impostos

O Globo



As cotas de fundos imobiliários (FIIs) negociadas na bolsa B3 tiveram o segundo dia consecutivo de queda por conta dos temores a respeito dos efeitos da reforma tributária sobre os investimentos em renda fixa. O índice IFIX, que reúne as cotas dos fundos imobiliários mais líquidos, recuou 0,7% hoje depois de cair 2% na última sexta-feira (25), quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, encaminhou o projeto de reforma tributária ao Congresso Nacional. Apesar da preocupação, o Itaú BBA acredita que essa aplicação seguirá atraente mesmo com o novo imposto.


Se a reforma for aprovada como está, as cotas devem recuar no curto prazo, já que o potencial de ganho do investidor diminui, segundo o Itaú BBA.


- No entanto, no nível atual, as cotas dos FIIs são negociadas a preços significativamente inferiores ao valor patrimonial. Na média, esse desconto está em 7%, sendo os segmentos de escritórios e shoppings os mais descolados no momento – escreveu a equipe da analista Larissa Nappo em relatório aos clientes. – Adicionalmente, os investimentos por meio de FIIs oferecem diversas outras vantagens, como gestão profissional dos imóveis, diversificação, menor ticket médio e liquidez.


Atualmente, o investidor pessoa física não paga imposto de renda sobre os dividendos recebidos de FIIs negociados em bolsa de valores. Uma das principais mudanças propostas é que, a partir de 2022, sobre esses rendimentos incida uma alíquota de imposto de renda de 15%. Por outro lado, a alíquota de imposto de renda sobre ganhos de capital cairia dos atuais 20% para 15%.

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