Receba nossa newsletter

 Instagram feed

Live commerce ganha espaço entre grandes varejistas, mas ainda enfrenta desafios




Mercado e Consumo


Grandes marcas como C&A e Samsung têm apostado no live commerce como estratégia de vendas, mas admitem que enfrentam desafios para popularizar o modelo aqui no País.

Combinando transmissões ao vivo com vendas pelas plataformas digitais, o live commerce se mostrou tendência na China e desembarcou no Brasil em 2021. De acordo com estudo feito pela Research and Markets, as estimativas para 2027 são de que sejam movimentados US$ 600 bilhões por esse modelo de vendas.


Entre os diversos motivos que explicam a popularidade das live shops (como também podem ser chamadas) está a pandemia, que fez com que milhões de pessoas ficassem em casa e passassem mais tempo conectadas. Além disso, o modelo de negócio conta com a interação constante entre apresentador e consumidores, uma das principais falhas na experiência de compra de um e-commerce convencional.


Outro atrativo para o canal é a alta taxa de conversão. Segundo pesquisa recente feita pelo Grupo Bittencourt, consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias, a taxa de conversão do live commerce é bem superior à do e-commerce tradicional.


Desafios, testes e entretenimento

Apesar dos altos índices de conversão em comparação com outros canais, e dos diversos níveis de experiência que este modelo pode proporcionar, os desafios e barreiras ainda são grandes. “Live shop é um fenômeno na China, mas no Brasil ainda não é realidade e não tem um conceito fechado. Hoje, ainda é teste atrás de teste para entendermos o que funciona”, disse Natano Mattos, Head de Growth da C&A, que participou do VTEX Day deste ano.

  • LinkedIn
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
INSCRIÇÕES ABERTAS.gif