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Lucro do Magazine Luiza recua 57% e venda sobe 4% no trimestre



Valor Econômico

O Magazine Luiza fechou ontem a safra de balanços das líderes do varejo on-line reforçando a percepção de fraco quarto trimestre, com o consumo de eletrônicos em desaceleração e lojas perdendo vigor. Números do começo deste ano mostram melhora no tráfego e nas vendas, especialmente após fevereiro, disse o comando da companhia ontem.


Em linhas gerais, os balanços de Magazine, Via e Americanas mostraram que os melhores números vieram dos “marketplaces”, que vendem de tudo e são menos dependentes de crédito. Pela primeira vez, em fevereiro, o “marketplace” do Magazine superou em vendas as lojas - e a tendência é que essa distância cresça, diz a rede.


Segundo balanço publicado na noite de ontem, de outubro a dezembro, o Magazine teve alta de 4,1% nas vendas totais (digital e pontos físicos), para R$ 15,5 bilhões, com efeito nesse índice da demanda nas lojas - nesse canal, as vendas caíram 18%. Analistas do BTG e da XP projetavam avanço de 6% na venda total.


Ao se considerar a venda on-line de itens da empresa, a alta foi de 0,9%, índice abaixo das projeções do mercado - a XP estimou 3%. O que segurou as vendas totais no digital foi a demanda de produtos de parceiros lojistas, que subiu 60% - com isso, somando parceiros e venda própria, a operação digital cresceu 16,9%, dentro do projetado pelo mercado.

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