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Mercado de imóveis prevê fechar ano em alta, mesmo com alta da Selic

Associação do setor projeta vendas e lançamentos no mesmo nível de 2021, quando setor teve recorde de negócios


Estadão


No primeiro semestre, com a Selic em alta, custos da construção subindo e problemas enfrentados pelo programa Casa Verde Amarela (CVA), o setor de construção via um cenário nebuloso pela frente. Entre os meses de abril e junho, os lançamentos de casas e apartamentos no País chegaram a cair 15,4%, para 63.878 unidades, enquanto as vendas recuaram 5,5%, indo a 72.861 unidades.


O clima neste segundo semestre, no entanto, mudou totalmente. A Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), por exemplo, agora prevê que os lançamentos e as vendas de imóveis residenciais este ano devem ficar próximos dos registrados em 2021, quando o setor teve um recorde de negócios.


Uma das principais causas da volta do otimismo foram as mudanças no CVA, que possibilitaram a retomada das as contratações - em julho, elas subiram 20% em relação ao mesmo mês de 2021, e em agosto seguem no mesmo ritmo, disse o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

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