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‘Modelo de trabalho híbrido veio para ficar’, diz novo diretor do WeWork

Estadão



Em 2020, empresas tiveram de abandonar escritórios da noite para o dia e colocar funcionários no home office. A decisão impactou não só os prédios comerciais, que ficaram esvaziados no período, mas também os coworkings (espaços compartilhados de trabalho), que lentamente ganhavam espaço no mundo corporativo. Entre os afetados está o WeWork, startup do setor com mais de 700 unidades espalhadas pelo mundo, das quais 32 estão no Brasil.


O esvaziamento dos escritórios ocorreu em um período que já era conturbado para a startup. Fundado em 2010 nos EUA, o WeWork passou por uma reestruturação severa, após uma fracassada tentativa de entrar no mercado público de ações. De lá para cá, o conglomerado japonês SoftBank, principal investidor da startup, entrou na operação e reorganizou — a intervenção foi ainda mais drástica em alguns mercados, como o brasileiro, onde foi formada uma joint-venture entre as duas partes.


Após os maus bocados, o pior parece ter ficado para trás. É o que diz ao Estadão Felipe Rizzo, que assumiu em outubro passado a chefia do WeWork no Brasil.


Com a aposta no modelo híbrido de trabalho como o futuro do mundo corporativo, a rede de coworking espera finalmente rentabilizar o negócio, inclusive no Brasil, onde a operação está em alta por 13 meses consecutivos e já supera o patamar pré-pandemia.

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