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Momento é positivo para compra de FIIs de lajes corporativas

InfoMoney



Considerados os “patinhos feios” do mercado durante a crise sanitária, ao lado dos shoppings, os fundos imobiliários que investem em lajes corporativas podem estar em um momento de virada, e que pode ser favorável para ir às compras.


A avaliação parte de duas grandes gestoras do mercado, a RBR Asset e a Capitânia, que veem os descontos das cotas e o potencial de retomada do segmento como sustentação para o maior otimismo, especialmente com uma recuperação que já dá as caras na região da avenida Faria Lima, em São Paulo, uma das mais importantes para esses fundos.


A maior aposta no segmento de lajes corporativas foi revelada na noite desta terça-feira (28) por Guilherme Bueno, sócio-fundador da RBR Asset, e Caio Conca, sócio responsável pelo segmento imobiliário da Capitânia, em live organizada pela XP.


No evento, ambos destacaram que os próximos dois a três anos devem ser marcados por uma oferta mais baixa de lajes corporativas e que, com o avanço da inflação de custos para construção, deve ajudar a conter a queda nos preços de aluguéis no médio e no longo prazo.

“Acredito que o mercado vai ter um bom tempo para absorver essa área vaga que há hoje. Fizemos uma análise recente e, pelo primeiro mês, há sinais de que houve uma inversão da tendência, com mais locação do que entrega de prédios.” Caio Conca, sócio responsável pelo segmento imobiliário da Capitânia.

A visão é compartilhada por Bueno, da RBR. Para ele, nos últimos quatro meses, houve uma melhora sensível do mercado de lajes corporativas na ponta, com as locações voltando e a preços de mercado mais interessantes, especialmente em regiões mais nobres da capital paulista.

“Geralmente, o mercado começa puxando pela Faria Lima e ela puxa o resto. Agora, a dinâmica é diferente em regiões como a da Chucri Zaidan [área bastante comercial de São Paulo], onde há ainda um estoque grande de edifícios, e no Rio de Janeiro, onde a retomada deve demorar a ocorrer”, pontuou.
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