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Movida investe R$ 500 mi em divisão para entregas de ‘última milha’


Estadão


Diante do crescimento acelerado do e-commerce, a Movida está expandindo as operações da Movida Cargo, divisão de aluguel de veículos voltada para entregas do varejo. A companhia já investiu R$ 500 milhões no negócio, sendo R$ 30 milhões na aquisição de uma frota 100% elétrica. A expectativa é que a receita do segmento supere, em breve, a de transporte por aplicativo.


A divisão começou a ser gestada em 2020, no início da pandemia. Segundo o CEO da Movida, Renato Franklin, a empresa estava em busca de novos negócios e a explosão do e-commerce chamou a atenção. Após um estudo sobre o segmento conhecido como “last mile” – ou “última milha”, etapa final das entregas – a Movida detectou que os veículos usados nesse elo da cadeia, em sua maioria por pessoas físicas, eram antigos e pequenos. Em 2021, a divisão registrou 7.510 contratos, com faturamento de R$ 20,9 milhões.


Datas fortes impulsionam locações


A ideia é oferecer contratos de locação flexíveis, incluindo semanal e até diária: quanto mais longo, é claro, menor o preço. Datas movimentadas do varejo como Dia das Mães e Natal também são um apelo. Embora a divisão atenda a gigantes do varejo como Magazine Luiza e Mercado Livre, além de transportadoras, Franklin diz que a maior parte da carteira de clientes é formada de pessoas físicas – e a companhia vem se adaptando para atender a esse público. Hoje, a Movida Cargo está presente em quase todos os Estados (exceto Roraima) com uma frota de mais de 2 mil veículos.


A Movida Cargo adquiriu uma frota de 137 furgões 100% elétricos. Segundo Franklin, além do apelo de imagem – e atualmente do preço do combustível -, os clientes que alugam os veículos zero emissões em São Paulo têm a vantagem de ficar isentos do rodízio e ter um dia a mais de receita na semana.

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