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Na BR Malls, remuneração e taxas geram questionamento

Valor Econômico



A poucos dias da provável aprovação, por parte da empresa de shoppings BR Malls, do plano de fusão com a Aliansce Sonae, alguns questionamentos paralelos à transação têm surgido, envolvendo a política de remuneração de executivos que ficam e que deixam o negócio, e o tamanho da conta a ser paga a bancos na transação. A proposta de fusão será matéria a ser deliberada na assembleia geral extraordinária na quarta-feira.


A transação tem boas chances de ser aprovada, considerando mudanças em manifestações contrárias de sócios da BR Malls e os apoios que surgiram de abril para cá, com a melhora nas condições oferecidas pela Aliansce. As questões que surgem agora entre gestores e investidores não são impeditivas ao acordo, dizem fontes, só que vêm gerando um incômodo não previsto a esta altura dos acontecimentos, num tema no passado bem sensível à BR Malls.


A BR Malls deve detalhar melhor ao mercado o plano de remuneração nos próximos dias.


Na assembleia será votado tanto o acordo quanto o pacote de remuneração global da BR Malls para 2022. Uma parcela dos investidores acha o custo da transação alto demais, considerando valores definidos e taxas de comissão a assessores e bancos dos dois lados. Fundos americanos - o FSBA, da Flórida, e o Calstrs, da Califórnia, e segundo maior fundo de pensão dos EUA - devem votar favoravelmente à fusão, mas contra a proposta da remuneração.

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