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Nem home, nem office: para que servem os escritórios no presente do trabalho?


Época Negócios O tema rendeu e seguirá rendendo por alguns anos nesta década: com o trabalho remoto cada vez mais institucionalizado, para que servem os escritórios? E os espaços flexíveis de trabalho, os coworkings? Grandes empresas com centenas de pessoas dividindo o mesmo teto, ou milhares ocupando mesmo prédio, terão vez no Mundo Novo. Na opinião de Tiago Alves, CEO da Regus & Spaces Brasil e autor de Nem Home, Nem Office, que chega às livrarias em fevereiro pela Editora Gente, tanto os escritórios fixos tradicionais, como os escritórios flexíveis, terão um papel de protagonismo. “Os flexíveis servirão para atender o trabalhador híbrido, que não tem mais necessidade de uma mesa ou cadeira diária ‘para chamar de sua’ e quer flexibilidade para escolher onde trabalhar; e os fixos, matrizes das empresas, terão o papel de integrar e fomentar a cultura das companhias”, diz Alves. O autor possui experiência no tema: iniciou sua jornada profissional como torneiro mecânico e, hoje, é CEO da filial brasileira da holding International Workplace Group (IWG), presente em 122 países, sendo o Brasil um de seus principais mercados. “Talvez as reuniões de trabalho ou eventos fiquem sempre em modelo híbrido ou mais digital. Mas os escritórios continuam sendo pontos de encontro ou pontos de produtividade. Pense neles como o campus de uma faculdade, onde a conexão acontece”, explica o autor.

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