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Neuroarquitetura ajuda a transformar espaços de trabalho para os novos tempos



Estadão

Com a volta ao trabalho presencial, algumas empresas recorrem à neuroarquitetura para criar ambientes instigantes, com o conforto e a segurança que o home office permitiu por tanto tempo. Formas, cores e texturas são usadas para estimular criatividade, integração entre as pessoas e bem-estar do funcionário, uma proposta que também reflete e fortalece a cultura das companhias.


Aliar neurociência à arquitetura é agregar e dar valor científico ao que, antes, os arquitetos faziam intuitivamente. “Agora, não só o comportamento das pessoas no espaço está sendo estudado, mas também como o espaço afeta o comportamento das pessoas ao longo do tempo, como a memória e as sensações de bem-estar melhoram”, diz Mainara Avelino, arquiteta do escritório Spaceplan, que atua há 25 anos com foco no corporativo.


Em qualquer ambiente, os elementos utilizados podem despertar gatilhos positivos ou negativos. “Uma das coisas que a neuroarquitetura ajuda a entender é que, de certa forma, temos algumas necessidades em relação ao ambiente, nem sempre conscientes, que ele pode nos ajudar a cumprir”, explica Andréa de Paiva, arquiteta especialista em neuroarquitetura e idealizadora do projeto Neuro AU.


É por isso que, nas organizações, a ideia é que os projetos auxiliem também nas atividades dos profissionais. “Um espaço menor com pé direito baixo ajuda na concentração. Um espaço amplo, sem forro, com bastante iluminação e cores auxilia na socialização, na criatividade”, exemplifica Mainara. Ao mesmo tempo, esses componentes guiam o comportamento das pessoas de acordo com a situação: mais silenciosas nos espaços menores e com poucas informações, mais expansivas em ambientes abertos e coloridos.

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