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Nos EUA, consumidores fazem mais compras na Amazon do que no Walmart

The New York Times



A Amazon superou o Walmart e se tornou o maior varejista do mundo fora da China, de acordo com dados corporativos e da indústria, um marco na mudança do varejo presencial para o comércio eletrônico, que transformou a maneira com que as pessoas compram, de biscoitos a ursos de pelúcia.


Influenciados em parte pela crescente demanda durante a pandemia, os consumidores gastaram mais de US$ 610 bilhões na Amazon nos 12 meses que antecederam junho, de acordo com estimativas de Wall Street compiladas pela empresa de pesquisas financeiras FactSet. Nesta semana, o Walmart divulgou que vendeu US$ 566 bilhões nos 12 meses que antecederam julho.

A Alibaba, gigante chinês do varejo online, é a campeã em vendas. A Amazon e o Walmart não têm dominância na China.


Ao ultrapassar o Walmart, a Amazon destronou uma das mais bem-sucedidas — e temidas — empresas das décadas recentes. O Walmart aperfeiçoou um próspero modelo de negócios no varejo com suas lojas de supermercado gigantescas, que poupou cada centavo possível em custos, o que baixou preços de produtos e esmagou a concorrência.


Mas, mesmo com toda essa eficiência e poder, a batalha pelo domínio do atual ambiente do varejo é vencida na internet. E nenhuma outra empresa tirou mais vantagem disso do que a Amazon. O sistema de entregas da empresa (muitos produtos chegam à casa dos clientes em um ou dois dias) e a ampla oferta de produtos primeiro atraiu os consumidores para as compras online — e depois os manteve por lá, comprando cada vez mais. Isso também fez de Jeff Bezos, o fundador da empresa, uma das pessoas mais ricas do mundo.

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