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O escritório do futuro segundo o Banco Original: digitalização e autonomia do colaborador

Época Negócios



A digitalização das atividades, acelerada pela pandemia do novo coronavírus, deve impactar e dar novos ares ao ambiente corporativo, influenciando inclusive em sua composição física, na opinião do presidente do Banco Original, Alexandre Abreu. “Vivenciar a pandemia foi uma experiência impactante para toda a sociedade, tanto do ponto de vista pessoal quanto profissional”, afirma. “A tendência à digitalização, que ficou ainda mais clara durante o período com o papel da tecnologia crescendo exponencialmente, é muito relevante para pensarmos o futuro dos escritórios”.

“À medida que, cada vez mais, a população se familiariza com o universo de soluções digitais – no trabalho, na educação e, é claro, também no setor financeiro – a tendência é que este movimento cresça e se solidifique”.

O período de isolamento trouxe algumas mudanças para os planos da companhia, entre elas algumas adequações para a nova sede. “Em 2020, tínhamos planejado a nossa mudança de sede para um prédio novo, mais moderno, com 24 andares e que unificaria todas as equipes do banco que antes estavam espalhadas em cinco sítios diferentes. Com os efeitos da pandemia, alguns planos foram adaptados, entre eles o trabalho remoto”, explica.


Enquanto o modelo anterior englobava somente 30% dos colaboradores trabalhando em casa, o novo ampliou esse percentual para 80%. “Acreditamos na liberdade de escolha, tanto para os clientes como para as nossas equipes. Por isso, o colaborador terá autonomia para optar pelo formato mais efetivo: podendo realizar o trabalho de onde estiver, sempre acertando com sua liderança. Acreditamos que há uma tendência para esse modelo híbrido de forma geral no mercado”.

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