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O futuro do varejo não está no varejo



Mercado e Consumo

Quão impressionado você ficaria ao saber que na apresentação dos resultados de 2021 o Walmart Global, a maior varejista do mundo, disse com todas as letras que seu principal vetor de crescimento nos próximos anos não será no varejo?


O Walmart não está sozinho nesse discurso. Juntam-se a ele Amazon, Target, Alibaba, Sonae, Magalu, Mercado Livre, entre muitos outros. Esse é um movimento que está sendo ensaiado e estruturado por todos os grandes varejistas globais há pelo menos 10 anos, mas que tem ganhado força nos últimos cinco e que foi ainda mais acelerado pela pandemia.


O core business do varejo sempre foi comprar e vender bem, conhecer o cliente e ter acesso a ele (antigamente por meio das lojas e hoje também pelos canais digitais). A visão atual dos varejistas é que é preciso explorar esses ativos construídos para ganhar espaço além do seu mercado tradicional.


Nessa divulgação de resultados que mencionei, o Walmart expôs amplamente que sua estratégia de crescimento será usar as suas mais de 5.200 lojas nos Estados Unidos, seus canais digitais e seu alcance para alavancar negócios para fora do varejo em áreas como publicidade, serviços, saúde, financeiro, logística, tecnologia, entre outras.

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