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O marketplace que superou os bancões

IstoÉ Dinheiro



Maior plataforma de e-commerce da América Latina se consolida como sinônimo de compras pela internet e atinge a inédita posição de marca mais valiosa no País, com US$ 11,4 bilhões.

O comércio eletrônico brasileiro se divide em duas eras: antes e depois do Mercado Livre. A plataforma chegou ao Brasil em 1999, quando o comércio eletrônico era vazio e sem forma. Sob o comando do executivo Stelleo Tolda, considerado o pai do e-commerce no País, o varejo virtual ganhou relevância e popularidade. Pesquisar, comprar e vender todo tipo de produtos na vitrine pontocom se transformou, principalmente na pandemia, em algo simples, seguro e trivial.


Nesse ambiente de alta do varejo virtual, o Mercado Livre se tornou uma potência digital e um gigante no universo das marcas. Em 2021, a companhia com sede na Argentina (onde é Mercado Libre), mas que obtém maior parte de suas receitas no Brasil, cruzou a inédita fronteira de 1 bilhão de produtos vendidos, aumento de 27,5% sobre o ano anterior.


No mesmo período, o valor total das vendas avançou 36%, para US$ 28,4 bilhões. O total transacionado no Mercado Pago (braço financeiro do grupo) foi a US$ 77,4 bilhões, expansão de 55% na comparação anual. A empresa mantém 11 milhões de vendedores e mais de 69 milhões de compradores ativos.


A pujança dos números e a força das operações Brasil fizeram o Mercado Livre conquistar o primeiro lugar no ranking AS MARCAS MAIS VALIOSAS DA DINHEIRO. Para o vice-presidente sênior e country lead da empresa, Fernando Yunes, a onipresença da companhia no e-commerce brasileiro explica o desempenho da empresa nos últimos anos. “É o resultado de mais de 22 anos de trabalho focado em criar as melhores experiências de compra on-line para nossos clientes, não apenas no que diz respeito a produtos, mas também sobre nossos propósito e valores como marca”, afirmou.


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