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OEC voltou a engordar carteira de obras em 2021


Valor Econômico


Após anos de encolhimento, a OEC, braço de engenharia da Novonor (ex- Odebrecht), voltou a ampliar sua carteira de projetos em 2021. O “backlog” (estoque de obras) cresceu cerca de US$ 845 milhões no ano passado. A construtora é vista como o principal veículo de retomada de crescimento do grupo, que enfrenta a maior recuperação judicial já realizada no país.

A OEC havia encerrado 2020 com US$ 2,74 bilhões de projetos em carteira, um valor 20% menor que no ano anterior. Com o processo de reestruturação da construtora, a meta é chegar a 2025 com um “backlog” de aproximadamente US$ 4,25 bilhões.


“2021 foi um ano ainda marcado pela pandemia, a empresa sofreu com a postergação de projetos que estavam previstos. Por outro lado, conseguimos estruturar melhor nossa operação no Brasil e foi um ano de conquistas importantes”, afirma Raul Ribeiro, diretor da OEC para o Brasil.


O crescimento da carteira foi impulsionado principalmente pelo aumento do escopo de contratos no Brasil e no Peru, além de grandes projetos conquistados na África, em especial a obra de uma refinaria em Angola, no valor de US$ 920 milhões.

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