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Operadores de logística reafirmam aposta apesar de estagnação da economia

Folha de S.Paulo



Empresas que investiram em novos centros de distribuição e sofisticadas operações de logística para atender à demanda criada pela expansão do comércio eletrônico na pandemia mantêm o otimismo apesar dos sinais de estagnação da economia.


"O e-commerce já era um dos pilares do nosso crescimento antes da crise e tivemos que acelerar para dar conta do ritmo de desenvolvimento do setor no país", diz Luiz Roberto Vasconcelos, vice-presidente de operações da americana FedEx no Brasil.


Parte do investimento foi necessária para atender empresas brasileiras de pequeno e médio porte que aumentaram exportações para os Estados Unidos, a Argentina e o México com vendas na internet. A FedEx aumentou o número de voos entre o Brasil e os EUA e trocou a aeronave da rota por uma maior.


A multinacional abriu sete centros logísticos no país e teve que se adaptar às mudanças trazidas pela pandemia, diz Vasconcelos. Acostumada a descarregar seus caminhões em lojas, passou a usar veículos menores, inclusive motos, para entregar pequenas encomendas a consumidores finais.


Empresas de tecnologia e grandes cadeias de varejo investiram em operações de logística próprias, aumentando a competição no mercado. A Amazon abriu neste ano mais quatro centros de distribuição no Brasil, ampliando para 12 o número total. A empresa diz que bateu recordes de vendas em 2021.


A frustração causada pelos resultados alcançados com as promoções da Black Friday neste ano não esfriou o ânimo das empresas. "O e-commerce entrou de vez na vida dos brasileiros e ainda tem espaço para crescimento", diz Luiz Vergueiro, diretor do Mercado Livre, com 8 centros de distribuição.

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