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Os bastidores das maiores varejistas do país na corrida da entrega rápida

Exame



A pandemia impulsionou as vendas pela internet, e as empresas de comércio eletrônico não tiveram outra opção senão investir. As estratégias são agressivas, mirando sempre a entrega mais rápida possível. Quem cumpre bem a tarefa avança sobre um mercado que deverá atingir faturamento de 314,8 bilhões de reais em 2024, ante os 202,2 bilhões de reais do ano passado.


Tome-se como exemplo a plataforma de moda Dafiti, que inaugurou no início do ano seu maior centro de distribuição na América Latina: um galpão de 54.000 metros quadrados, fruto de um investimento de 320 milhões de reais. A área localizada em Extrema, em Minas Gerais, com funcionários humanos e robôs, tem capacidade para separar 5.000 produtos por hora e já está ajudando a holding Global Fashion Group, que controla o marketplace, a avançar em participação de mercado no Brasil e nos países vizinhos, atendendo os 8 milhões de clientes da empresa.


Com o momento pujante do e-commerce, há galpão para armazenar tanto produto? É certo que sim. A rapidez vem exigindo mudanças no modelo de negócios, com investimento em espaço para estocagem e ritmo pesado de aquisição de tecnologias de logística.


Com tanto espaço, ir às compras também foi importante. No caso do Magalu, entre as aquisições mais famosas estão empresas experientes em logística, como Sode, Netshoes e Logbee. Esta última deverá ajudar a varejista a chegar rapidamente aos lares dos clientes. Com ela o roteiro de entrega muda: o Magazine Luiza usa suas 1.200 lojas como centros de distribuição e, assim, só se preocupa com a última milha, que vai do estoque ao destino.

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