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Pandemia foi brutal, mas home office não é nosso concorrente, diz CEO da WeWork

Folha de S.Paulo



Brutal. É assim que Claudia Woods, CEO da WeWork na América Latina, define o impacto da pandemia nos negócios da empresa. Em tempo relâmpago, a companhia de escritórios compartilhados viu sua taxa de ocupação despencar mais de 80% devido a uma crise que desarranjou o mundo do trabalho.


Passado o pior momento da emergência sanitária, a WeWork diz estar retomando o impulso, com crescimento das vendas e número recorde de clientes no Brasil. Diante do bom cenário, até as pazes com o trabalho remoto a empresa fez.


Segundo Woods, o home office não é um concorrente, mas um modelo complementar ao da WeWork. "A empresa que adota uma política de trabalho 100% remoto, ainda assim precisa se reunir com seus funcionários de vez em quando. Ela precisa fazer uma reunião de planejamento, happy hour, treinamento", diz.


Em entrevista à Folha, a executiva —que também foi CEO da Uber no Brasil— conta como conseguiu romper com o "teto de vidro", termo que se refere à barreira invisível que impede as mulheres de subirem na carreira.

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