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Pandemia leva à expansão vigorosa do delivery

Fonte: Valor Econômico



Entre as transformações que a pandemia da covid-19 trouxe para a vida dos brasileiros, a necessidade de fazer compras on-line é uma das que vieram para ficar. Ela provocou uma mudança de paradigma na forma de consumir, que desencadeou um verdadeiro boom de compras delivery, principalmente de alimentos. No entanto, o boom não chegou até as empresas tradicionais de entregas rápidas que atendem a escritórios, fechados em função da a pandemia.


Levantamento feito pela Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, baseado em dados de mais de 46 mil usuários de seu aplicativo, mostrou que os gastos com os principais aplicativos de entregas focados no delivery de comida (Rappi, Ifood e Uber Eats) cresceram 149% em 2020. Dezembro foi o mês com mais despesas com delivery do ano passado. Além disso, comparado a março de 2020, início da pandemia e de maior queda nas despesas por aplicativo no Brasil, o aumento foi de 187%. Para o CEO da Mobills, Carlos Terceiro, a queda em março está relacionada com o medo das pessoas diante da incertezas da pandemia, enquanto dezembro representa uma volta à normalidade, mesmo com o alto índice de casos de covid-19.


Sobre a movimentação deste início de ano, a educadora financeira da Mobills, Larissa Brioso, diz que o cenário de incerteza econômica em que vivemos faz com que seja impossível prever com certeza o que irá acontecer. Para ela, a necessidade de adoção de novas medidas de isolamento social por parte de muitos Estados, com o fechamento de setores não essenciais, deverá manter a demanda por aplicativos de entregas focados no delivery de alimentação.


A Loggi é uma das empresas que se beneficiaram desse boom por possuir uma malha logística que atende de entregas locais até entregas em todo o território nacional, com coleta de pequenos e grandes e-commerces, transferência para as cidades de destino e entregas ao consumidor final. Segundo Thibaud Lecuyer, CFO da empresa, a Loggi se antecipou a essa demanda baseando-se no que a China fez após a pandemia da Sars, em 2008, com o crescimento de plataformas business to business.


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