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Para a Loggi, o maior desafio é fazer com que o e-commerce chegue a todos os brasileiros

Época Negócios



Uma lebre saltitante é o símbolo da revolução nas entregas no Brasil. Enviar ou receber pacotes é hoje muito mais simples do que há dez anos – basta solicitar um entregador por aplicativo. Isso é possível em parte graças à Loggi, criada em 2013. Na época, seus fundadores, Fabien Mendez (hoje CEO) e Arthur Debert (CBO – Chief Beyond Officer, o principal responsável por zelar pelo futuro da companhia no longo prazo), notaram que a demora nas entregas era um entrave à produtividade. E viram uma oportunidade.


A startup de tecnologia criou uma rede que atende a entregas locais imediatas, para pessoas físicas, e a operações de e-commerce, no país inteiro. Os entregadores participam em regime autônomo. A Loggi chamou a atenção logo em seus primeiros meses de vida e recebeu um aporte de R$ 2,6 milhões de investidores-anjo.


Em 2019, tornou-se unicórnio após investimento de US$ 150 milhões liderado pelo SoftBank. Na pandemia, com a queda dos serviços para escritórios, apostou no e-commerce e trabalhou para varejistas como Amazon e Mercado Livre.


Mendez e Debert se encontraram às cegas para fundar a empresa – e perceberam que a parceria tinha futuro após uma boa conversa, acompanhada de cachaça.

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