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Para avançar no e-commerce, varejistas formam um ‘emaranhado’ de conexões

Estadão



Um emaranhado de conexões. É assim que o varejo brasileiro já é definido quando se trata da criação de shoppings virtuais próprios de determinadas companhias que, por sua vez, marcam presença nos ambientes digitais de outras varejistas. A tendência é cada vez mais comum e entrou no foco estratégico de empresas como a Dotz, de dados e programas de pontos. Para acelerar o avanço de seu marketplace, o grupo pretende trazer para seu ambiente de compras gigantes que já possuem suas próprias iniciativas de compras online e de programas de fidelidade, a exemplo de Carrefour, Via Varejo e Magazine Luiza, que já são lojistas da Dotz.


“Firmar parcerias com varejistas faz parte do nosso DNA. Nosso foco não é competir com outros marketplaces ou varejistas, mas sim, realizar parcerias para potencializar o valor da moeda Dotz no dia a dia do cliente”, diz Cristiano Athayde, diretor de Comércio Digital e Marketplace da Dotz.


O termo da moda agora é a “coopetição“, mas o sócio da consultoria especializada em varejo Mixxer, Eugênio Foganholo, define de forma menos enfeitada: “um emaranhado”.


Ele explica que o objetivo de uma varejista que já atua como shopping virtual estar presente como lojista em um ambiente de concorrência é criar pontos de contato com o consumidor. “Cada espaço digital atinge um determinado público. Quanto mais pontos de contato, mais chances de atingir novos consumidores”, diz.


Ele diz que esse tipo de avanço pode ser comparado a uma expansão de lojas físicas que as companhias fazem para buscar novos mercados. Em sua visão, a oferta de desses shoppings sem tijolos tende a se multiplicar, o que deve melhorar as condições para os lojistas brasileiros.

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