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Para CEO da LOG, bom momento do setor de galpões está só começando

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Nem todos os setores da economia sofreram (tanto) com a pandemia de coronavírus em 2020. No mercado imobiliário, os segmentos residencial - muito beneficiado pela queda de juros - e de galpões logísticos - também favorecido pela queda dos juros, mas principalmente pelo seu caráter mais defensivo e o desenvolvimento do e-commerce - acabaram, na realidade, vivendo um bom ano.


Os resultados da LOG (LOGG3), construtora e administradora de galpões logísticos e industriais, deixaram isso bem claro, assim como a trajetória das suas ações.

No ano passado, a companhia controlada pela família Menin - a mesma que controla o banco Inter e a MRV - viu seu lucro líquido crescer 53% em relação a 2019, e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) crescer 39% na mesma base de comparação.


No segundo trimestre de 2020, o mais impactado pela pandemia, o release de resultados da operadora de galpões não só ostentava crescimento em todas as principais linhas do balanço, como destacava a ocupação recorde dos imóveis (até então), além de um recorde de área locada no semestre.


A forte demanda das empresas de varejo por galpões, a fim de atender à demanda do e-commerce, então em franca expansão por pura necessidade, manteve a LOG no jogo.


O fenômeno também pôde ser verificado no mercado de fundos imobiliários, onde aqueles que investem em galpões logísticos (como os da própria LOG, que volta e meia vende um ativo para um FII) estiveram entre os que menos sofreram na bolsa no ano passado.


Além da alta demanda do e-commerce, outro fator muito citado por analistas para o bom momento vivido pelo setor de galpões em 2020 foi o fato de os contratos de aluguel desses imóveis serem atípicos, o que lhes confere um perfil muito defensivo.

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